Uso de gás em pesados ainda percorrerá um longo caminho

Com o lançamento recente do plano “Novo Mercado do Gás”, que visa a promover a livre concorrência no mercado de gás do Brasil, o governo declarou a intenção de intensificar o uso desse combustível na matriz energética em substituição ao diesel, inclusive no segmento de caminhões. A medida mais impactante do plano é a saída gradual da Petrobrás do mercado de transporte e distribuição de gás.

Segundo dados de frota circulante da IHS Markit, em 2017 havia em torno de 2,3 milhões de caminhões e ônibus no Brasil acima de seis toneladas, sendo 99% deles movidos a óleo diesel, combustível mais utilizado no transporte nacional, principalmente nos deslocamentos em longas distâncias.

Estimativas apontam que varia entre 60% e 75% o número da produção nacional que é escoada por rodovias, tornando o preço do diesel um ponderador importante na composição do preço do frete. As despesas com o combustível chegam a representar até 40% do custo operacional de um caminhão e isso é inevitavelmente repassado ao embarcador.

Em janeiro de 2023 entrará em vigor no Brasil o Proconve 8 (P8) – similar ao Euro VI – em substituição ao Proconve 7 (P7), também chamado de Euro V. A legislação vai restringir ainda mais a emissão dos componentes oriundos da queima incompleta do diesel de veículos pesados. Como forma de adequação à nova legislação, as montadoras deverão investir em adaptação de novas tecnologias ou implementação de motores Euro VI – uma vez que a tecnologia já está disponível para algumas montadoras que exportam esses veículos.

O GÁS COMO COMBUSTÍVEL

 

Embora sinalizado como combustível do futuro há alguns anos, o gás nunca teve grande adesão por parte dos transportadores e montadoras. O preço do combustível, a distribuição concentrada em algumas regiões e a falta de oferta de veículos movidos a esse combustível contribuíram para a baixa adesão. Nos caminhões, além da falta de uma rede de distribuição efetiva em território nacional, a baixa autonomia nos motores movidos a GNV se torna um problema para veículos que percorrem longas distâncias.

Embora se trate de uma tecnologia consolidada, poucas montadoras dispõem de motores movidos a gás em seu portfólio atual e sua implementação demandaria tempo e investimento. Segundo a pesquisa “O Perfil do Caminhoneiro”, publicada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), 75% das viagens são interestaduais e apenas algumas unidades provedoras de gás não são suficientes para uma mudança na matriz energética dos caminhões num país de dimensões continentais. Soma-se a isso seu alto preço por causa do monopólio da Petrobrás na sua distribuição.

Outra questão relevante é que o principal segmento que demanda caminhões novos, o agronegócio, tem requerido veículos cada vez mais potentes e com grande capacidade de carga. A venda de caminhões pesados (acima de 15 ton de PBT e com capacidade de carga acima de 45 ton) representou 54,5% das vendas ao longo do primeiro semestre e um crescimento de quase 70% sobre mesmo período de 2018.

Neste segmento estão os caminhões mais buscados para o transporte no agronegócio. Entre os novos projetos de caminhões movidos a gás, sejam projetos novos ou em teste, a potência máxima está na faixa de 400 cv e os mais procurados para o transporte do agronegócio partem de 440 cv. O agronegócio hoje é o maior financiador de novas tecnologias e aquisição de bens de capital para expansão e aumento da eficiência do setor, portanto seria um potencial fomentador da mudança da matriz energética no transporte.

MUDANÇA DA MATRIZ ENERGÉTICA?

 

Segundo o IHS Markit Medium and Heavy Production Forecast, a produção de veículos movidos a algum tipo de combustível alternativo deve dobrar nos próximos cinco anos – ainda assim é um número baixo para que se considere uma mudança na matriz energética dos pesados. Em médio e longo prazos, poucos lançamentos incluem combustíveis alternativos, mesmo que a maioria das montadoras presentes no País faça ou já tenha feito ciclo de testes de motores movidos a esses combustíveis.

A descoberta de novas reservas e a saída gradativa da Petrobrás do mercado de distribuição de gás irão favorecer o aumento da concorrência entre novas empresas, resultando em uma provável diminuição de preço do combustível, além de atrair investimentos para o setor nos próximos anos. O gás ainda possibilita uma queima completa, ou seja, emite baixos índices de NOx e material particulado, tornando-se uma alternativa ao Proconve 8.

Tudo isso, no entanto, não é o suficiente para a massificação do uso do combustível. Embora o programa Rota 2030 preveja benefícios aos veículos que utilizem combustíveis alternativos, as vantagens ainda são pequenas para que ocorra uma migração em larga escala por parte do transportador e da própria indústria.

O agronegócio precisa ser visto como aliado numa possível migração para o gás, uma vez que é o maior fomentador de novas tecnologias e representa parcela significativa na aquisição de caminhões novos. Além disso, a aprovação no congresso do programa de renovação de frota, ao lado de uma política pública para descarte correto dos caminhões em fim de vida, são alternativas que poderão acelerar o processo de mudança da matriz energética no transporte.

Thiago Costa é analista de produção e vendas de veículos pesados da IHS Markit

Eletrificação está mais próxima dos veículos pesados, mas desafio é grande

Durante a Fenatran, maior feira de transportes da América Latina, montadoras mostram novidades – e dificuldades – para ganho de escala do caminhão do futuro

Caminhão Scania
Scania: montadora já oferece modelos a gás natural e desenvolve o motor a biometano (Scania/Divulgação)

São Paulo – O veículo do futuro será elétricoautônomo e totalmente conectado. Essa tem sido a promessa frequente das montadoras e, apesar dos avanços inegáveis neste sentido, os desafios de ganho de escala ainda são enormes. Para caminhões e ônibus, por exemplo, não só o alto custo de desenvolvimento das novas tecnologias é um desafio: a transição para o veículo do futuro também se mostra uma grande incógnita.

“A tecnologia dos veículos elétricos é muito antiga, porém, o alto custo das baterias no segmento de pesados e a falta de infraestrutura para garantir a recarga tornam a virada da combustão para a eletrificação uma tarefa difícil neste momento”, afirma Mathias Carlbaum, vice-presidente global das operações comerciais da Scania.

Acontece nesta semana, em São Paulo, a Fenatran, maior feira de transportes da América Latina. Montadoras, sistemistas, fabricantes de autopeças e prestadores de serviços mostram suas novidades e, para 2019, a expectativa dos organizadores é que os negócios atinjam 40 bilhões de reais. “Grande parte do PIB brasileiro passa pela Fenatran”, dizem os expositores.

O tom da feira, neste ano, está definitivamente voltado para as tecnologias de propulsão do futuro e alternativas ao tradicional motor a combustão. Mas para chegar a tão sonhada eletrificação o caminho será longo.

Segundo o executivo, a transição rumo à eletrificação vai demorar um tempo considerável, diante da necessidade de investimentos vultosos tanto por parte da indústria quanto do poder público para garantir infraestrutura aos novos veículos. “Hoje, a tecnologia do elétrico ainda é muito cara, e um caminhão é comprado para ganhar dinheiro. Qualquer aumento de custo atrapalha a decisão de compra.”

Para Carlbaum, da Scania, a transição dos combustíveis fósseis para o elétrico vai demorar não só por aqui, como no mundo todo. “Porém, o Brasil tem a vantagem de ser uma potência global em combustíveis alternativos, com uma diversificação na matriz energética favorável para essa transição.”

Segundo ele, o motor movido a biometano (gás gerado por matéria orgânica do lixo) já é uma realidade na Scania e deverá ajudar a indústria na transição rumo à eletrificação. Na Fenatran, a marca também está expondo motores de combustão interna a gás, que podem ser usados com gás natural e biogás, e cujas vendas crescem 40% neste ano, no país.

De acordo com Luiz Carlos Moraes, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), hoje um importante desafio para as montadoras é atender ao crescimento exponencial do mercado de entregas urbanas – com o avanço do comércio eletrônico – e também às legislações de emissões de poluentes nos diferentes países.

“Todas as montadoras estão investindo pesado para entregar caminhões mais limpos e adequados para cada aplicação e a expansão do e-commerce demandará muitas soluções da indústria”, diz Moraes.

Onde faz sentido

Justamente de olho na expansão dessa demanda, a Volkswagen Caminhões e Ônibus, subsidiária do grupo alemão Traton, será a primeira montadora a produzir caminhões elétricos em série no Brasil a partir do final do ano que vem no segmento de urbanos, que têm porte menor. A marca confirmou, nesta semana, os nomes de oito empresas que devem se instalar no entorno do seu complexo fabril em Resende, Rio de Janeiro, para desenvolver o e-Delivery, caminhão urbano 100% elétrico, que será produzido no local.

Entre as empresas do chamado e-Consórcio estão gigantes como Siemens e Bosch, além de fabricantes altamente especializadas como Meritor (eixos), Moura (baterias) e WEG (motores elétricos). “Esse modelo de negócio, que vai do desenvolvimento do produto até o pós-venda, é inédito no mundo, nem a nossa matriz tem”, conta Roberto Cortes, presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

O executivo relata que um conjunto de baterias para veículo pesado pode custar um caminhão convencional inteiro. “Por isso, estamos trabalhando com parceiros especializados para equacionar a questão do custo da bateria”, ressalta.

 Caminhão elétrico da Volkswagen: produção em série a partir de 2020

Caminhão elétrico da Volkswagen: produção em série a partir de 2020 (Volkswagen/Divulgação)

A montadora fechou um acordo para fornecer, até 2023, cerca de 1600 caminhões elétricos para a gigante de bebidas Ambev. Além disso, Cortes destaca que a Volks está conversando com mais de 50 empresas para vender o e-Delivery nos próximos anos.

Ele também informa que a marca está trabalhando para trazer, ao final de 2021, o protótipo do ônibus e-flex híbrido. Um dos motores pode ser alimentado por gasolina, gás ou etanol, que por meio de um gerador alimenta as baterias do outro motor, elétrico.

Inovações

A eletrificação não depende só das montadoras. Mais do que isso, passa cada vez mais pela inovação de gigantes da indústria automotiva global. A fabricante de motores norte-americana Cummins, que tem praticamente um terço do market share do segmento de veículos pesados no Brasil, trouxe à Fenatran algumas alternativas ao modelo a combustão tradicional, como por exemplo o sistema de propulsão a gás.

“O motor a gás tem várias vantagens em relação ao elétrico. É uma tecnologia pronta, testada e muito mais barata”, diz Luis Pasquotto, presidente da Cummins do Brasil.

No entanto, o executivo ressalta que a empresa vem trabalhando para desenvolver diversas opções para o cliente escolher qual se adapta melhor ao seu planejamento. A estratégia pode ser crucial em um cenário de mudança da legislação de emissões no Brasil a partir de 2023, quando todos os caminhões e ônibus terão que se adequar à tecnologia do motor Euro 6, cujos limites de emissões são extremamente mais rígidos do que o atual.

“O motor Euro 6 se aproxima muito do nível zero de emissões de particulados e óxido de nitrogênio. É um grande passo rumo ao elétrico”, garante Pasquotto.

Na área de segurança, uma das novidades anunciadas na Fenatran é o caminhão sem retrovisor externo da Mercedes, que será comercializado a partir de 2020 no Brasil. Trata-se de duas telas de 15 polegadas no interior do veículo, com alta resolução.

 Caminhão da Mercedes não tem retrovisor externo

Caminhão da Mercedes não tem retrovisor externo (Mercedes-Benz/Divulgação)

A tecnologia promete melhor visibilidade da área ao redor do caminhão. O sistema é opcional e custa cerca de 11 mil reais. “Dependendo do modelo, um caminhão completo, com implemento, pode custar mais de três milhões de reais. Um acidente pode trazer prejuízo substancial para o proprietário”, diz Schiemer.

De série, a montadora também oferece sistemas como o assistente ativo de frenagem, que permite ao caminhão frear sozinho quando identifica pedestres, veículos e obstáculos estáticos e móveis a sua frente. “Além do prejuízo do caminhão, um acidente pode gerar outro custo impagável, que é a vida dos envolvidos.”

Exame-Por Juliana Estigarribia

 

 

BNB prevê aumentar crédito de R$ 11 bi para R$ 30 bi em três anos

Instituição ainda estima dobrar número de clientes. Anúncio faz parte do Programa Verde Amarelo, lançado ontem pelo Governo Federal. Pacote vai reduzir tributação das empresas e deve gerar 4 milhões de empregos no País

O Banco do Nordeste (BNB) vai aumentar de R$ 11 bilhões para R$ 30 bilhões a concessão de crédito nas linhas de financiamento para micros e pequenas empresas no prazo de três anos. O anúncio vem em seguida ao Programa Verde Amarelo, que deve conceder um total de R$ 40 bilhões neste período e criar quatro milhões de empregos no País.

De acordo com o presidente do BNB, Romildo Rolim, as medidas anunciadas, ontem, (11) pelo Governo Federal devem ainda duplicar o número de clientes de microcrédito do BNB, que hoje é de cerca de 2,3 milhões.

“Nós somos o maior operador de microcrédito no País. Eles (Governo) querem aumentar 10 milhões no microcrédito que são novos 10 milhões de postos de trabalho. A gente vai aumentar também. Hoje, nós temos 2,3 milhões de clientes e vamos dobrar esse número”, diz Rolim.

Segundo ele, os desembolsos vão aumentar, e a expectativa é que podem chegar a cerca de R$ 30 bilhões para o Nordeste em três anos. “A gente vai mais que duplicar esse desembolso até 2022. Passamos de R$ 9 bilhões no ano passado para R$ 11 bilhões neste ano. Acho que vai dar para fazer sim isso e vamos continuar sendo este banco forte da região Nordeste”.

Sobre as estimativas para o Ceará, o presidente do BNB afirma que o Estado já responde atualmente por 20% do todo que é aplicado no microcrédito pela instituição. “Não temos uma previsão para o Ceará, mas historicamente tem sido 20% aplicado e vamos manter essa estimativa”.

De acordo com o Governo Federal, ainda haverá incentivo para o setor estimulando a participação de bancos digitais, o que desobrigaria o atendimento presencial ao cidadão. A projeção é assinar 10 milhões de contratos até dezembro de 2022 e conceder R$ 40 bilhões em créditos.

Empregos

Previsto em medida provisória, o Emprego Verde Amarelo será a principal ação do Governo para gerar empregos para jovens de 18 a 29 anos que nunca tiveram emprego formal. A iniciativa deve ser responsável pela abertura de 1,8 milhão de vagas em três anos.

Como forma de incentivar as empresas a contratar estes trabalhadores, o Governo vai retirar ou reduzir algumas obrigações patronais da folha de pagamento.

Os empregadores não precisarão, por exemplo, pagar a contribuição patronal para o Instituto Nacional do Seguro Social (de 20% sobre a folha), as alíquotas do Sistema S e do salário-educação.

A contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) cairá de 8% para 2%, e o valor da multa poderá ser reduzido de 40% para 20%, decidida em comum acordo entre o empregado e o empregador, no momento da contratação.

De acordo com o Governo, todos os direitos trabalhistas garantidos na Constituição, como férias e 13º salário, estão mantidos e poderão ser adiantados mensalmente.

A medida vale para remunerações de até um salário-mínimo e meio e apenas para novos postos de trabalhos, com prazo de contratação de dois anos. Ou seja, não será possível substituir um trabalhador já contratado pelo sistema convencional por outro do programa Verde Amarelo. E esta modalidade não poderá ultrapassar o limite de 20% do total de funcionários das empresas.

O Governo cogitava estender o programa também para os trabalhadores com mais de 55 anos. No entanto, de acordo com a apresentação do programa, esses trabalhadores mais próximos da aposentadoria não serão beneficiados.

A grande aposta do Governo para estimular a contratação desses jovens é a redução entre 30% e 34% do custo para a mão de obra na modalidade, que terá desoneração na folha de pagamento. De acordo com o Ministério da Economia, o programa será financiado com a compensação da contribuição sobre seguro-desemprego.

Estímulo

Segundo o vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-Ceará), Ênio Arêa Leão, a intenção do Governo é reduzir o custo do emprego, principalmente, investimentos intensivos em mão de obra, como no comércio e em serviços. “Isso aumenta a vontade do empresário de contratar e ser mais fácil para a conta fechar. Na verdade, desregulamentar é sempre bom”.

De acordo com ele, a dificuldade vai ser não criar duas classes de funcionários e de fiscalizar as mudanças. “Mas o sentido da decisão é positivo, porque ajuda a retomar o emprego que é o que a gente mais precisa, neste momento”, completa.

Arêa Leão diz ainda que haverá incentivo para o primeiro emprego. “Você começa a gerar experiência nessa classe nova. Já o lado ruim é que você acaba dificultando as pessoas mais velhas de conseguir emprego. É uma balança”, sustenta o vice-presidente.

Precarização

Para o economista Gilvan Farias, as propostas do Governo Federal precarizam o mercado de trabalho. “A geração de emprego não depende de movimentos de retiradas de direitos. Pelo contrário, depende de investimentos em setores estratégicos de atividades. O novo projeto do Governo, na prática, equipara as condições do mercado informal ao mercado formal, retirando os direitos trabalhistas”, aponta.

Ele avalia que a economia não voltará a crescer com as medidas de estímulo ao subemprego. “O desmonte das seguranças econômicas dos trabalhadores torna a economia, além de paralítica, cruel com a sociedade que vem sofrendo com os custos elevados de vida, nos quesitos alimentação, saúde, transporte, Previdência, e outros. Este projeto continua atingindo somente a classe de menor poder aquisitivo da sociedade, podendo gerar empregos que remuneram baixo e com condições de trabalho precários”, aponta Farias.

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Vendas no grande varejo farmacêutico têm alta de 10%

As vendas no varejo farmacêutico cresceram 10% e a comercialização dos MIPs avançou 19,65% no período, totalizando R$ 5,92 bilhões

As vendas no varejo farmacêutico cresceram 10% e a comercialização dos MIPs avançou 19,65% no período, totalizando R$ 5,92 bilhões

O grande varejo farmacêutico nacional, que integra as 25 redes afiliadas à Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), registrou um faturamento de R$ 34,69 bilhões nos oito primeiros meses, índice 10,22% maior que o do mesmo período do ano passado. Dessa forma, o percentual supera o crescimento de 7,86% obtido entre janeiro e agosto de 2018, estimulado principalmente pela venda dos medicamentos isentos de prescrição (MIPs) e pelos chamados não medicamentos – itens de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPC).

Essa última categoria apresentou alta de 11,28%, de acordo com os dados compilados pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP). Nos oito primeiros meses de 2018, o aumento foi de apenas 7,10%. Os não medicamentos totalizaram 31,84% das vendas do setor. “A recuperação desse segmento indica uma retomada do consumo pela classe média, que estava estagnado nos últimos anos por causa do cenário de recessão”, comenta o CEO da Abrafarma, Sergio Mena Barreto.

Já a comercialização dos MIPs avançou 19,65% no período, totalizando R$ 5,92 bilhões. A venda geral de medicamentos chegou a R$ 23,64 bilhões, um incremento de 9,73% em relação ao período entre janeiro e agosto do ano passado. Já os genéricos movimentaram R$ 3,93 bilhões e registraram uma evolução de 8,03%.

Ao todo, mais de 1,75 bilhão de unidades foram comercializadas e o volume de atendimentos ultrapassou 640 milhões.

Além disso, o número de funcionários e colaboradores nas farmácias passou de 126 mil para 131 mil, dos quais 24 mil são farmacêuticos. Os profissionais estão distribuídos por 7.841 lojas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.
Fonte: Jornal Indústria e Comércio

Faturamento de farmácias populares cresce 48,34%

As farmácias de bandeiras populares tiveram um crescimento de 48,34% no faturamento, em comparação aos últimos 12 meses

Um modelo de farmácias que é relativamente recente é o das redes populares, que priorizam o custo baixo dos produtos para atrair o público. Contudo, essa alternativa vem conquistando rapidamente os consumidores.

O principal exemplo desse sucesso é o modelo de negócio de farmácia populares de redes administradas pela Associação Multimarcas de Farmácias (Farmarcas) que vem proliferando em todo o País, provando que as farmácias associativistas não só podem disputar o mercado de igual para igual com o restante do mercado, como podem se destacar com números muito acima da média.

Somando todas as 771 lojas dessas redes populares – Ultra Popular, Super Popular e Maxi Popular -, se obtém um índice de crescimento orgânico no faturamento de 48,34% (somando os valores dos 12 últimos meses findados em setembro de 2019) comparado com um igual período do ano anterior. Com isso, chegou ao montante de R$ 2,25 bilhões. No período anterior o faturamento foi de R$1,52 bilhões. Esses números resultam da soma do aumento do faturamento individual das lojas e do crescimento no número das lojas.

Conquista de mercados estratégicos

No entanto, o mais relevante é a conquista de mercados estratégicos que pareciam muito complexos pela distância geográfica. “O modelo de farmácias populares desenvolvido pela Farmarcas possibilita aos pequenos empresários se associarem e captarem ótimos resultados por meio de compartilhamento de ferramentas modernas de gestão e de compras coletivas. Contudo, é importante destacar que o grande diferencial é a capacitação constante dos empresários e funcionários das lojas”. Assim, explica o diretor geral da Farmarcas, Paulo Costa.

Dessa forma, o grande destaque se dá para o suporte na gestão, dado pelos chamados “anjos” – profissionais especializados que acompanham de perto o dia a dia da empresa e seus resultados. “Funciona como se as farmácias tivessem uma consultoria particular. No dia a dia do negócio, muitos administradores deixam passar decisões que são importantes para o resultado do negócio. Porém, os anjos estão atentos justamente para alertá-los”, explica o presidente da Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar), Edison Tamascia.

Fonte: Febrafar

Aplicações do Banco do Nordeste com FNE crescem 28,9% em Sergipe

 O Banco do Nordeste anunciou que foram aplicados R$ 566,4 milhões com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) até setembro de 2019, em Sergipe. O volume é 28,9% maior do que o aplicado no mesmo período do ano anterior. Os dados foram apresentados durante encontro do presidente do BNB, Romildo Rolim, com empresários e autoridades no Hotel Sesc Atalaia, realizado hoje (25) em Aracaju.

Somadas outras fontes de recursos, Sergipe recebeu R$ 852,9 milhões até setembro de 2019, distribuídos em 138 mil operações de crédito. O montante representa aumento de 24,7%, em relação ao mesmo período de 2018.

Em toda a área de atuação do BNB (Região Nordeste, norte de Minas Gerais e do Espírito Santo), foi aplicado o total de R$ 28,6 bilhões. Com o FNE, do qual o Banco do Nordeste é operador exclusivo, foram contratados R$ 19,7 bilhões.

Segundo o superintendente estadual do BNB, Antônio César de Santana, os resultados confirmam a contribuição da instituição para o desenvolvimento do estado. “Temos um orçamento robusto e acreditamos que podemos ajudar no crescimento do número de empregos em Sergipe. O FNE é diferenciado e o principal instrumento de financiamento da região nordestina”, afirmou o superintendente.

“Desde o ano passado conseguimos desenvolver o orçamento, tanto no crédito produtivo de longo prazo (FNE) quanto no programa de microcrédito urbano, o Crediamigo. Estamos a cumprir com nosso papel em desenvolvimento, ao financiar os setores do agronegócio, indústria, comércio, serviços, infraestrutura e o pequeno empreendedor, formal ou informal”, disse o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim.

De acordo com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Sergipe (Faese), Ivan Sobral, a parceria com o Banco do Nordeste tem sido fundamental para o setor produtivo. “Temos uma relação bem afinada com a superintendência do Banco, que tem um investimento grande em nosso setor. Nossa produção é fomentada e há vários acúmulos de superávit financeiro para os produtores sergipanos, então temos expectativa de crescimento ano a ano”, declarou Ivan.

O Crediamigo foi responsável por emprestar R$ 233,8 milhões em Sergipe até setembro de 2019, em mais de 116 mil operações com microempreendedores formais e informais. Já o Agroamigo, que atua a partir da concessão de microcrédito orientado para micro e pequenos produtores rurais, com recursos do FNE, desembolsou R$ 60,2 milhões, em mais de 12 mil operações.

Oportunidades de crédito

Até o fim do ano, o Banco do Nordeste prevê aplicar mais de R$ 1 bilhão em Sergipe. Para 2020, os esforços serão direcionados ao fortalecimento e agilidade no processo de contratação e desembolso das operações, reduzindo o tempo de análise para concessão de crédito.

Banco do Nordeste reduz juros do capital de giro

Produto passa a ser ofertado com taxas a partir de 0,45% ao mês e até 36 meses de prazo.

Fortaleza, 7 de maio de 2019 – Com foco na realização de novos negócios e disponibilização de produtos cada vez mais competitivos, o Banco do Nordeste reduziu juros para capital de giro. A instituição passa a praticar taxas a partir de 0,45% ao mês para o produto FNE Giro, beneficiando empresas de todos os portes. Pequenas e médias empresas contam com 100% de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) nas operações de crédito, o que garante as taxas de juros mais baixas do mercado.

“Esse movimento torna nosso capital de giro ainda mais atrativo para as empresas de todos os portes em nossa área de atuação. Os empreendedores podem utilizar o recurso pagando os menores juros do mercado, com prazo de até 36 meses para quitar o empréstimo e carência de até três meses”, destaca o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim.

O crédito financia aquisição de mercadorias destinadas à constituição de estoques no comércio, aquisição de matérias-primas e insumos utilizados no processo produtivo por prestadoras de serviços e indústrias e gastos gerais para o funcionamento dos empreendimentos. Também está disponível para agroindústrias e empresas turísticas. A garantia da operação pode ser aval, fiança ou hipoteca.

Para empreendimentos que faturam até R$ 16 milhões por ano, 100% do capital de giro oferecido pelo Banco tem como fonte o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), operado exclusivamente pela instituição. Para empresas de maior porte, pelo menos 80% dos recursos são do FNE.

As condições de financiamento podem ser conferidas pela internet no endereço www.bnb.gov.br/simuladores/fnegiro. A rede de atendimento aos clientes do Banco é composta por 292 agências distribuídas em todo o Nordeste, norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Informações sobre crédito podem ser obtidas também por telefone, pelo número 0800 728 3030.

Banco do Nordeste anuncia financiamento à instalação de usina fotovoltaica no Médio São Francisco

Presidente do BNB, Romildo Rolim, e ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, visitaram os municípios de Petrolina e Juazeiro

Fortaleza, 15 de abril de 2019 – Nesta segunda-feira (15), durante visita da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, aos municípios de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), no Médio São Francisco, o Banco do Nordeste anunciou financiamento para instalação de  usina fotovoltaica, com capacidade de geração de energia de 4,5 megawatts. O empreendimento atenderá aproximadamente 2.500 moradores da região no bombeamento de água do Rio São Francisco para fruticultura. O investimento total do projeto é de R$ 24,9 milhões, dos quais R$ 22,4 milhões serão financiados pelo BNB, por meio da linha de crédito FNE Sol, ao Distrito de Irrigação de Maniçoba (DIM), localizado em Juazeiro. A instalação da usina fotovoltaica beneficiará 625 produtores rurais.

“Entre os compromissos do Banco com a promoção do desenvolvimento regional está apoiar a irrigação por meio de fontes de energia renováveis. Este é um bom exemplo de como isso é possível, pois atualmente o custo médio mensal com energia elétrica do Distrito é de aproximadamente R$ 5,4 milhões por ano, o que representa mais de 50% dos recursos arrecadados pelos produtores. Com o FNE Sol, eles poderão reduzir custos e aumentar a capacidade de investimento em infraestrutura em benefício dos irrigantes assentados”, frisou o presidente do BNB, Romildo Rolim. Ele destacou que os equipamentos a serem adquiridos possuem vida útil estimada superior a 20 anos e que no horizonte de cinco anos o financiamento estará quitado.

Existem sete perímetros irrigados implantados pela Codevasf nos municípios de Juazeiro e Petrolina, totalizando mais de 51 mil hectares irrigáveis. O Perímetro Irrigado de Maniçoba possui 9,4 hectares irrigáveis, dos quais 8,6 hectares são explorados por 625 produtores, gerando 6 mil empregos diretos e mais 18 mil empregos indiretos, com faturamento anual da ordem de R$ 277 milhões. Na área é realizado cultivo de manga, cana-de-açúcar, uva, coco, melancia, entre outras variedades.

“Investimentos em fontes renováveis de energia são muito importantes, especialmente para um setor como a fruticultura, que tem na energia elétrica um dos itens mais caros da produção. Portanto, estou muito feliz de estar hoje aqui com o Banco do Nordeste, trazendo uma energia limpa e moderna para que os produtores dessa região possam avançar cada vez mais”, afirmou a ministra Teresa Cristina.

Política Nacional de Irrigação

O presidente Romildo Rolim também apresentou à ministra Teresa Cristina diagnóstico realizado pelo BNB acerca da irrigação do Nordeste. Intitulado “Apoio do Banco do Nordeste à Agricultura Irrigada e à Política do Governo Federal na Região Nordeste”, o estudo deve balizar uma Política de Irrigação Nacional, que o Governo Federal pretende formular.

Agenda do dia

O presidente do BNB, Romildo Rolim, e a ministra Tereza Cristina participaram também de encontro com lideranças ligadas à produção de cana-de-açúcar, frutas, avicultura e pecuária no Sindicato Patronal Rural de Petrolina.

Em Juazeiro, foram à Estação de Bombeamento Principal e à Fazenda Special Fruit no Distrito de Irrigação de Maniçoba, que produz frutos com baixa utilização de agroquímicos. Na oportunidade, Romildo Rolim apresentou dados sobre investimentos na Região, com destaque à concessão de crédito para investimentos em energia fotovoltaica.

Em 2018, no total, o Banco contratou mais de 344 mil operações de crédito em Pernambuco e aplicou R$ 5,2 bilhões na economia do Estado. Deste valor, 33% foi destinado ao setor agrícola. Somente em Petrolina, foram investidos R$ 114,3 milhões, distribuídos em 3,3 mil operações.

Já na Bahia, foram mais de 685 mil operações realizadas, somando mais de R$ 10,8 bilhões investidos, dos quais 53% injetados na agricultura, pecuária e agroindústria. Apenas em Juazeiro, foram aplicados R$ 373,4 milhões, pulverizados em 4.230 operações de crédito.

Financiamentos à inovação crescem 33,4% no Banco do Nordeste

Fortaleza, 4 de abril de 2019 – O Banco do Nordeste investiu R$ 750,53 milhões em projetos de investimento em inovação ao longo de 2018. As aplicações utilizam recursos do Fundo Constitucional de Financiamento (FNE Inovação) e representam crescimento de 33,4% em relação ao aplicado em 2017. O FNE Inovação tem como objetivo promover a inovação em produtos, serviços, processos e métodos organizacionais de empreendimentos atendidos na área de atuação do Banco do Nordeste (região Nordeste e norte de Minas Gerais e Espírito Santo).

No setor rural, a linha de crédito financia projetos para inovação tecnológica nas propriedades rurais, contemplando operações de investimento e custeio produtivo. Já nos setores não rurais, são beneficiados projetos direcionados à implantação, expansão, modernização, reforma e relocalização de empreendimentos. Também são contemplados a elaboração de estudos ambientais, bem como os investimentos estabelecidos nas condicionantes das licenças ambientais, associados ao projeto de inovação.

São diferenciais de nosso financiamento o prazo de reembolso que pode se estender até 15 anos, incluídos até cinco anos de carência, mais a possibilidade de financiamento de até 100% do empreendimento, a taxa de juros menor e o bônus de adimplência”, destaca o presidente do BNB, Romildo Rolim.

Fundeci

O Banco do Nordeste apoia também projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, com recursos não reembolsáveis, por meio do Fundo de Desenvolvimento Econômico, Científico, Tecnológico e de Inovação (Fundeci). O Fundeci diminui o risco inerente à inovação, permitindo a subvenção econômica como mais uma modalidade de apoio financeiro para o aumento da produtividade e promoção da competitividade das empresas da Região.

Em 2018, o BNB lançou o edital Fundeci 02/2018 – Subvenção Econômica para Inovação em Empresas da Região Nordeste, voltado especificamente para o desenvolvimento de soluções tecnológicas e de inovação, com foco em micro e pequenas empresas regionais. No total, 127 projetos participaram do processo, dos quais 27 foram selecionados.

Hubine

O Banco do Nordeste também dispõe do Hub Inovação Nordeste (Hubine), criado para atuar como catalisador da melhoria de processos, produtos e serviços do Banco, por meio de políticas e diretrizes para a gestão da inovação e do fomento à cultura da inovação interna, proporcionando oportunidades ao empreendedorismo inovador regional.

Com unidades em Fortaleza e Salvador, o Hubine facilita a conexão entre academia, governo e sociedade no âmbito da inovação. O coworking abriga 16 startups residentes, o que contribui para estreitar ainda mais os vínculos de cooperação entre Banco do Nordeste e empresas inovadoras do mercado de sua área de atuação.

Desde a sua criação, em 2016, o Hubine já promoveu troca de experiências com mais de 180 startups, mais de 90 eventos de capacitação em tecnologias inovadoras, alcançando um público de mais de 2,7 mil pessoas.

Fonte: www.bnb.gov.br

BNB financia usina solar em Aquiraz

O financiamento foi obtido por meio do Banco do Nordeste (BNB), com o respaldo de uma soma equivalente de garantias bancárias comerciais do BTG Pactual, do Banco ABC Brasil e do Banco Bradesco.

A Atlas Renewable Energy, líder em energia limpa na América Latina, anunciou a conclusão das tratativas para o financiamento de longo prazo de três de suas usinas solares no Brasil por um total de US $152 milhões. O financiamento foi obtido junto ao BNB, com o respaldo de uma soma equivalente de garantias bancárias comerciais do BTG Pactual, do Banco ABC Brasil e do Banco Bradesco. Juntas, as usinas terão capacidade instalada combinada de mais de 300 MWps, um marco que quebra as barreiras às alianças financeiras, levando o setor energético brasileiro a novos patamares de capacidade solar.

Cada projeto tem um contrato de compra de energia (PPA) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Estima-se que a energia combinada produzida de 672,8 GWh / ano irá fornecer energia limpa para um total de 470,000 famílias por ano. A Atlas Renewable Energy estima que a operação das usinas evitará a emissão de 108,000 toneladas de CO2 por ano.

As usinas estão localizadas na região nordeste, a saber, as usinas de São Pedro e Juazeiro, no estado da Bahia, e a usina de Sol Do Futuro, localizada no distrito de Patacas, no município de Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará. O complexo solar São Pedro é a primeira operação operacional da Atlas Renewable Energy ​​no Brasil, com capacidade instalada de 67,1 MWp em duas plantas secundárias. Como parte do compromisso da empresa de trabalhar com comunidades locais e diretrizes ambientais durante as fases de construção, desenvolvimento e operação de suas usinas, o projeto São Pedro criou 696 empregos diretos e evitará a emissão de mais de 61 mil toneladas de dióxido carbono. As usinas de Juazeiro e Sol do Futuro estão atualmente em fase de comissionamento e estarão em plena operação nos próximos meses.

O diretor de negócios do BNB, Antônio Rosendo Neto Júnior, destacou que “uma associação com a Atlas Renewable Energy ​​demonstra a sinergia do Banco do Nordeste com esse setor da economia. Os investimentos são essenciais para a evolução da matriz energética em todo o Nordeste do Brasil, especialmente de fontes renováveis ​​e não contaminadas. Estamos cumprindo a missão do Banco, gerando emprego e renda em nossa região. “

Carlos Barrera, CEO da Atlas Renewable Energy, explica: “O Brasil é o maior mercado de energia renovável da América Latina, e esses três projetos nos permitem consolidar uma forte presença neste mercado. Temos o prazer de fazer parceria com essas instituições financeiras fortes e de alto calibre, em parte graças ao sólido histórico e à experiência de desenvolvimento e execução da nossa equipe.” Ele acrescenta: ” Como uma empresa de energia renovável, estamos apenas na superfície de quão poderoso o setor de energia renovável na América Latina pode ser quando combinado com PPPs de alta qualidade, financiamento de inovação e projetos de alto nível.”

“Ao fechar nossas metas de investimento de US $ 170 milhões no Brasil, a Atlas Renewable Energy se une ao próspero setor de energia renovável do Brasil”, explica o gerente geral do Brasil, Luis Pita, que acrescentou: “Acreditamos que o mercado de energia renovável da América Latina é devido a uma abordagem inovadora para a tecnologia solar que pode fornecer decisões baseadas em dados em escala e estatísticas destinadas a aumentar a produção de energia através das fronteiras. A Atlas Renewable Energy está se tornando líder neste setor; esses projetos de energia solar estão alinhados com o compromisso da nossa empresa de investir em tecnologias de primeira linha, como a tecnologia TrueCapture da NEXTracker e a introdução da primeira subestação digital no Brasil, que, juntamente com nossa ética de trabalho, qualidade de produção e cultura da empresa, compreendem as prioridades estratégicas da empresa “.

Esses três projetos devem ser complementados por um adicional de 1,5 GW que a Atlas Renewable Energy planeja adicionar ao seu portfólio de investimentos nos próximos três anos em toda a América Latina. As operações atuais no Chile, Uruguai, Brasil e México são evidências do compromisso da Atlas Renewable Energy com o desenvolvimento de energia alternativa na América Latina e um testemunho de sua trajetória como desenvolvedor e administradora de ativos na região.

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br

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